Olhando o céu
Estrelas a brilhar
Seus olhos eu vejo
Chego a suspirar
E o desejo
Que vem de te encontrar
De ter teu beijo
De te acariciar
A lua cristalina
Traz a lembrança
Aquela noite, a neblina,
Os sonhos, a esperança
A escuridão do meu céu
Que não te trouxe pra mim
O calor, doce como mel
De delírios que não tem fim.
terça-feira, 10 de fevereiro de 2015
Dois mares
Necessitas ter
Um motivo
Algo por viver
Sentimentos
O vazio faz estremecer
Corações a bater
A solidão
Enlouquecer
Amores vivos
Se desencontram
Na escuridão
Cegam a paixão
Onde ela está
Tudo pode mudar
Numa troca de olhares, num sorriso,
No encontro de dois mares.
Um motivo
Algo por viver
Sentimentos
O vazio faz estremecer
Corações a bater
A solidão
Enlouquecer
Amores vivos
Se desencontram
Na escuridão
Cegam a paixão
Onde ela está
Tudo pode mudar
Numa troca de olhares, num sorriso,
No encontro de dois mares.
Extremos do arco-íris
Uma palavra
Saudade
Uma metade
Perfeição
Na obsessão dos dias
Se passam alegrias
Mas tristeza também há
Do vazio que fica
Nas horas e melodias
A canção que tocava
A pessoa que te amava
No embalo desses dias
E o tempo ficou marcado
Pelos momentos, pelo passado
E há tormentos, e há dias claros
Nos extremos do arco-íris: amor e ódio.
Saudade
Uma metade
Perfeição
Na obsessão dos dias
Se passam alegrias
Mas tristeza também há
Do vazio que fica
Nas horas e melodias
A canção que tocava
A pessoa que te amava
No embalo desses dias
E o tempo ficou marcado
Pelos momentos, pelo passado
E há tormentos, e há dias claros
Nos extremos do arco-íris: amor e ódio.
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